A Biblia nem sempre teve o melhor marketing (não é?), mas ainda assim a sua palavra perdurou nas mentes de todos os habitantes da terra já que esteve ligada com histórias, contos, ensinos, lições de moral que de uma religião ou outra ficou no inconsciente de cada pessoa.

Desta forma é como funciona a nossa mente: as lembranças, experiências, conhecimentos, percepções, pensamentos e sentimentos formam um profundo entrelaçamento que consciente ou inconscienteme vão delimitando os nossos gostos, preferências e desições. Desta forma quando falamos de neuromarketing, estamos nos referindo ao estudio da psique humana e ao seu comportamento racional e emocional aplicado ao marketing, branding, UX, ou a comunicação.

Queremos mostrar os 7 passos mais importantes para poder endender as condutas e processos cognitivos do nosso público a fim de aumentar nossas vendas, fidelizar clientes e gerar emoções positivas que nos permitam continuar crescendo como empresa.

neuromarketing - marcas que suman y marcas que restan

Dia 1 – A gênesis de tudo – Pesquisar e conhecer o nosso público alvo.

Parece uma situação simples de conseguir mas na verdade muitas empresas desconhecem como pensam, sentem e quais são as preferências dos seus clientes. Sendo a nossa principal arma na hora de elaborar uma estrátegia de marketing, é imprescindível fazer uma pesquisa no mercado para obter dados concretos sobre o nosso público e quais são as necessidades levando em conta aspectos como a idade, sexo, cultura, estilo de vido, nível social, etc.

Dia 2 – Saber chamar a atenção

Interatuamos com as pessoas na nossa vida diária seguidos por nosso instinto e as emoções nas diferentes atividades que realizamos. Mas com outras pessoas tivemos mais relação do que com outras.

O mesmo processo ocorre com as marcas. E o primeiro a levar em conta é que podemos ter a melhor qualidade do produto ou serviço mais competente e útil, mas se não conseguimos a atenção dos olhares do nosso público não teremos muito sucesso.

Ser criativo, gerar publicidades diferentes, inovar na apresentação e ir mais além são ferramentas necessárias para atrair a atenção do público em uma marca.

Dia 3 – Pensar em digital

Estamos sempre ligados nas redes sociais, conversando pelo Whatspapp ou com a informação instântanea do Twitter.

A era digital já forma parte de nós. Nossos celulares são uma extensão do nosso diário íntimo mental, o qual é salvo com cuidado e receio.

É por esse motivo que para atrair aos consumidores devemos respirar e pensar em digital.

Dia 4 – Criar vínculos com as pessoas

As estatísticas, métricas e dados duros servem para medir resultados, armar estratégias, entender o funcionamento ou logística de um apartamento dentro da empresa, mas no momento de pensar como os consumidores é importante tratá-los como o que realmente são. Primeiro pessoas e depois clientes.

Se estabelecemos e mantemos esta hierarquia teremos de volta um vículo recíproco onde ambas partes se potenciam e se beneficiam.

Quando éramos crianças a nossa mente atuava de forma mais simples e com menos preconceitos do que na vida adulta. Por exemplo se jogávamos com o fogo e doia isso já era suficiente para deixar de nos expor à mesma situação de dor em um futuro.

Isto deve-se a que o cérebro atua por associação direta de estímulos. Os positivos gerarão lembranças e sensações agradáveis que nos levarão a viver novamente essa experiência, enquanto que os negativos ativarão sensores mentais que farão com que nós nos afastemos de uma determinada situação.

As marcas que conseguem penetrar nas mentes dos seus consumidores com emoções como alegria, bem-estar, plenitude ou confiança farão um vínculo quase indestrutível com os integrantes do seu público.

Dia 5 – Oferecer originalidade

Por que um quadro original vale tanto dinheiro e as pessoas ficam admiradas nos melhores museus do mundo?

Citando a Platón e a sua alegoria da cavena, esta situação se fundamenta em que vivemos num mundo de réplicas ou cópias, e somente quem se atreva a deixar de lado as ataduras poderá ver com seus próprios olhos a luz do sol e a escência das coisas.

Ser original é justamente oferecer ao público alvo um serviço ou produto único e irrepetível.

su alegoría de la caverna, esta situación radica en que vivimos en un mundo de meras réplicas o copias, y sólo quien se atreva a despojarse de sus ataduras y se precipite fuera de la caverna podrá ver con sus propios ojos la luz del sol y la esencia de las cosas.

Ser original es precisamente ofrecer a la audiencia un objeto o servicio único e irrepetible.

Dia 6 – Premiar a qualidade

O famoso conto dos 3 porquinhos na fiel metáfora de como a qualidade é o mais importante em qualquer circunstância da vida. Sem dúvida nenhuma, um cliente vai querer comprar em uma empresa que seja bem firme.

Dia 7 – Curtir da vida

E para terminar, como nós além de trabalhar em marketing, programação, design ou vendas também somos consumidores, é importante que descansemos para nos abstrair de tudo. Meditar e curtir da família, dos amigos e das atividades que nos completem de energia positiva e reativem a nossa mente, para que no momento de voltar para o trabalho tenhamos mais energia e estejamos mais animados.